Transformers: O Último Cavaleiro – Tiro, porrada e bomba.

Que Transformers não tem mais pé e nem cabeça todo mundo já sabe, mas o ultimo filme da franquia abusa da nossa boa vontade de ir ao cinema e assistir o filme dos robôs humanoides.

Antes de começar eu gostaria de dizer que sempre gostei de Transformers, principalmente aquele que passava na extinta Fox Kids. Lembro que ele tinha uma história bem amarrada e era divertidissimo de assistir.

Olha só:

Bom, dado a devida introdução, vamos falar sobre o filme … Sugiro que antes de optar assistir o filme nesse fim de semana, pense bem, você realmente gosta muito do Transformers de Michael Bay ? Se a resposta for sim, você conseguirá assistir o filme sem se incomodar muito. Se a resposta for não, cara … Boa sorte.

No quinto filme da franquia vemos o retorno de Cade Yeager(Mark Wahlberg) e os Autobots vivendo escondidos do exercito e governo (Com uma breve e bem porca explicação de como e porque isso aconteceu). Em paralelo somos apresentados a Izabella(Isabela Moner), uma jovem órfã que foi criada por um Autobot (Kenobee) em meio ao caos, também somos apresentados a Vivian Wembley(Laura Haddock) uma professora de história em um museu inglês. E acreditem, isso é o que o filme te conta.

O ritmo do filme é completamente alucinado e sem sentido algum parecendo um trailer de 2 horas, os personagens principais ficam completamente soltos e coitados dos personagens secundários que entram em momentos de alívio cômico e nada mais. Optimus e Bumblebee ficam avulsos durante o filme, parecendo aquele seu amigo perdido que nunca sabe onde está indo, mas ele vai. O filme engrena apenas no 3 ato onde se tem mais calma para desenvolver a trama(Se é que existe alguma), ainda assim é confuso deixando você completamente perdido no meio das câmeras lentas e as excessivas explosões, uma hora corre pra dentro da nave outra hora pula do avião, mas ai corre pra falar com o Optimus.

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O filme não se entende consigo mesmo, parece que nada conversa com nada. Tudo é muito corrido, você não consegue assimilar a história que insiste em diálogos longos mas desenfreadamente rápidos, coitado do Anthony Hopkins que não tem nem tempo de brilhar a sua estrela de grandes atuações em personagens marcantes do cinema.

Em suma, o novo filme da franquia é basicamente bomba, correria, explosões, visuais marcantes, carros espetaculares e sem história nenhuma, acredito que seja um filme perfeito para se assistir quando você não quer pensar muito porque de uma forma ou de outra, quando o filme terminar você não entenderá nada.


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Rodrigo Mota

Rodrigo Mota

Um cinéfilo que cursa Publicidade e Propaganda e é extremamente viciado em Pop! Funkos.