Testamos a demo de Detroit: Become Human

Detroit: Become Human é um dos jogos que mais torço para chegar e não me decepcionar em 2018. Tivemos a chance de testar a demo desse exclusivo no estande da Playstation na #BGS10 e diremos tudo sobre o que achamos aqui embaixo!

Rodando em um PlayStation Pro (infelizmente não em 4k no evento), o novo game produzido pela Quantic Dream tem chamado muito a atenção do público. A desenvolvedora já conhecida por games como Heavy Rain, Beyond: Two Souls e Fahrenheit: Indigo Prophecy (um dos meus favoritos), dessa vez arrisca abordar um tema diferente dos antecessores, mas ainda mantendo o mesmo gênero de um suspense e drama com ação, sendo um filme interativo onde você toma as decisões e direciona a história como quiser. Abaixo o trailer de Detroit: Become Human de 2016, mostrando um dos personagens jogáveis, Connor, um andróide negociador que trabalha para a polícia.

Seja pelo gráfico apresentado em seus trailers ou por trazer histórias que podemos construir conforme as nossas escolhas, Detroit: Become Human, me prendeu de uma maneira que poucos jogos fazem. Joguei a demo com o personagem Connor (o do trailer acima), por uns 15 minutos e foi incrível a imersão que o jogo me propôs neste tempo, a cada pista descoberta era uma conexão a mais com a trama. O jogo inicia com um vídeo e sutilmente sem notar muda para o gameplay te dando total controle. Você foi chamado para comparecer à cena de um crime e precisa ajudar na negociação para a libertação de uma criança que está sendo feita refém por um outro androide chamado Daniel. Neste momento você terá a oportunidade de analisar todas as evidências e reconstruir a cena do crime em sua mente, tentando entender o que motivou o assassino e o que o levou àquele ponto. Quanto mais informações coletar, maiores as chances e opções de conduzir melhor a negociação, mas conforme eu ia entendendo a situação me sentia mais envolvido com tudo aquilo e ao final da ação me via não só tentando salvar a refém, mas também querendo ajudar Daniel.

Detroit Become Human - Daniel e Emma

Ao meu ver a Quantic Dream merece os parabéns por continuar a nos trazer esse gênero de game tão pouco visto e espero que não repitam erros já cometidos em jogos anteriores deixando pontas soltas. David Cage, o diretor do estúdio francês, é renomado na área. Seus jogos são bem populares e se destacam pelo enredo, o revés disso é a expectativa que gera, pois esperamos sempre o melhor. Foi divulgado que Detroit: Become Human segue a mesma linha de Fahrenheit e Heavy Rain, onde você irá controlar mais de um personagem conectando suas histórias até o desenrolar do suspense. A demo é emocionante, você precisa ser rápido para resgatar a refém e ao mesmo tempo fica fascinado com todo o gráfico e opções que o jogo oferece para analisar a cena toda. As vezes a câmera se perde um pouco e até uns comandos te fazem pensar se é realmente necessário serem dessa forma e não algo mais simples, pouco a pouco você se acostuma e deixa de lado esses detalhes e foca somente na história, que conforme sua investigação e escolhas terá um final diferente e pode ter certeza que irá te impactar de alguma maneira.

Ficção científica, androides, inteligência artificial, são temas antigos mas que não saem de moda (o novo Blade Runner está aí e não me deixa mentir). Detroit: Become Human chegará em um momento propício e espero muito não me decepcionar com o jogo completo, pois quero que seja tão emocionante quanto a demo.

Deixe seu comentário se conseguiu jogar esse jogo na #BGS10 ou se já jogou os antecessores da Quantic, curta a página no Facebook e nos siga também no Instagram e Twitter, traremos mais em breve da cobertura completa que fizemos da Brasil Game Show 2017. Abaixo o vídeo recente da gameplay do game.

Renan Rodrigues

Renan Rodrigues

Um redator, que tem mais games do que consegue jogar, viciado em seriados e que gosta de cozinhar. Fã de Dragon Ball, o melhor anime de todos.